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  AIDS é tema de oficina em Guarulhos
Giovanna Modé
  17/10/2005

Radialistas e agentes de saúde discutem como se ajudar mutuamente no combate à Aids
O cenário da AIDS no Brasil mudou dos anos 80, quando foi registrado o primeiro caso soropositivo no País, para os dias atuais. Naquela época, para cada 25 homens infectados havia  uma mulher portadora do vírus. Hoje, a relação é de uma mulher para cada dois homens. Acreditava-se que os homossexuais formavam o chamado grupo de risco, termo que já não faz mais tanto sentido: todos estão vulneráveis. Ainda não existe cura, mas existe controle. Mesmo assim, trata-se de um tema em que não faltam preconceitos e mitos. Nesse contexto, como a relação entre agentes de saúde e radialistas pode ajudar? 

Que tipo de informações devem ser passadas á população? E de que forma?
Essa foi a pergunta que norteou a 5ª oficina do projeto "Comunicação, Saúde e Comunidade: a contribuição das rádios comunitárias" - promovido pela Secretaria de Gestão Participativa do Ministério de Saúde e pela Secretaria Municipal de Saúde de Guarulhos, com coordenação técnica do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, Hemeroteca Sindical Brasileira e OBORÉ, que ocorreu na manha de hoje em Guarulhos (SP). 


Oficinas acontecem no Parque Julio Fracalanza, antiga sede da Secretaria da Educação de Guarulhos
Sem receita pronta, o desafio está em interagir com as pessoas de maneira a melhorar e prevenção e o tratamento. Contando sobre os casos que convivem no dia a dia de seus trabalhos na área da saúde, os participantes enfatizaram que simplesmente orientar e dizer que é necessário usar preservativo já não é mais suficiente. “Muita gente sabe, mas não faz”, dizia a conclusão de um dos grupos de trabalho. “Temos que insistir na importância, criar vínculos com o paciente e mostrar que somos aliados”.  

Outro GT lembrou um ponto que pode e deve ser trabalhado com a ajuda das rádios comunitárias: desfazer mitos e preconceitos criados em torno do tema. “O preconceito mata mais do que a doença”, afirmaram . “Já sabemos que beber água no mesmo copo não pega AIDS, isso se pensava há 20 anos, mas ainda há diversos pacientes que chegam com essa dúvida”, comentaram os participantes. 


Um dos destaques durante o debate foi o uso de preservativo em relacionamentos estáveis, como trabalhar esse tema com os pacientes, ou seja, como orientar uma pessoa casada há anos para que se previna? Os participantes sugeriram, ainda, trabalho de comunicação em torno da educação sexual como forma de prevenção e, para os que já são HIV positivo, mais informação sobre tratamento e onde ele é oferecido.  
 
 
 
   
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